A questão que fica:

...será que este senhor passou no teste do álcool?


O Peso Certo

Gosto do gordinho, pá...!

Há seis anos a entrar-nos pela casa adentro ao final da tarde n'O Preço Certo, Fernando Mendes é, para mim, um dos maiores humoristas de Portugal. Não, não é do tipo de escrever humor para ele nem de fazer humor para os outros - A maior virtude de Fernando Mendes é ser natural, uma pessoa com um sentido de humor único, espontâneo, a espaços non-sense, muitas vezes hilariante e quase sempre adequado à situação.

O facto de ele ter sempre, sempre um trocadilho, uma música ou uma piada para cada intervenção de cada concorrente devia ser um "case study", porque mantém um programa muito pouco interessante num ritmo incrível... Claro que ao fim de uns dias chateia, não há volta a dar (a mim nem por isso porque apanho O Preço Certo muito raramente). Mas só a nós, porque o homem realmente parece incansável! Eu cá admiro-o... e faz-me rir!

Nota a reter deste fim-de-semana:

Os chouribebes abriram oficialmente a época balnear.

Tenham medo, tenham muito medo!!!


(Não sabem quem são os Chouribebes? São estes.)

Gran Torino / He's Just Not That Into You

É sempre um prazer ver um novo filme de Clint Eastwood. Para mim, neste momento, é o melhor realizador da actualidade e tem um dom: O de recriar argumentos comuns, de filmes conhecidos, que nos dão sempre a ideia de "onde é que eu já vi isto?", mas da forma como eles deveriam ser. Ou seja, cada vez que Clint Eastwood pega numa história, conta-a como ela sempre deveria ter sido contada. Foi assim com Mystic River (que faz lembrar muito Sleepers), com Million Dollar Baby (quantos há...?) e também neste caso.

Gran Torino traz-nos um velho conhecido, aquele estereótipo do conservador, intratável e xenófobo, ex -combatente pelo exército dos Estados Unidos que se começa aos poucos a relacionar com os novos vizinhos asiáticos que ao início tanto odeia. Cá está, uma história simples mas que com o dedo mágico de Eastwood e carregada da emoção que já é imagem de marca dos seus filmes se torna facilmente numa das mais comoventes do ano.
Uma pequena nota para o senhor Eastwood: Argumentista sim, realizador sem dúvida e actor até se aceita. Mas cantar já é capaz de ser esticar um pouco a corda, não?
Classificação: 17

Andava com vontade de ver aquela comédia romântica com o nome gigante (em portugal acho que o nome é Ele Não Está Assim Tão Interessado Em Ti) que estreou há uns meses em Portugal muito por causa de uma das minhas actrizes-fetiche, Ginnifer Goodwin. Ontem, finalmente, consegui. A expectativa não era muito elevada e por isso não me desiludiu. É um pouco longo demais mas é interessante na medida em que explora bem as personagens, não cai na piada fácil e revela alguns "segredos" da arte da conquista. Repleto de caras conhecidas, é um filme de Domingo à tarde uns furos acima do que estamos habituados. Gostei.

Classificação: 13

De que é a sopa hoje?

De feijão verde. Ou de couve. Ou de espinafres.

Não consigo perceber qual é a lógica dos nomes que se atribui às sopas. Tirando a canja e, vá lá, o caldo verde... as sopas são de legumes, invariavelmente! Ontem fiz uma sopa de feijão verde. Não sei porque é que é uma sopa de feijão verde se eu usei cebola, tomate, cenoura, courgette, alho francês e... feijão verde, mas acho que a ideia é dar à sopa o nome do legume que fica a boiar. Deve ser isso. Como pus o feijão verde no fim e passei o resto, a sopa é de feijão verde porque é o único legume que se vê. No fundo, o que eu fiz foi uma sopa de legumes! Não é?

Fazer uma sopa tem uma sabedoria extraordinária. Compram-se vários legumes, corta-se tudo, passa-se e põe-se ao lume. Já tá, uma sopa... Para a semana vou utilizar os mesmos legumes que utilizei desta vez, nas mesmas quantidades, mas passo o feijão verde com os outros legumes e ponho o alho francês só no fim. Assim, faço uma novidade: Uma sopa de alho francês. Eu acho isto um bocado parvo.

A partir de agora, nos restaurantes,vou fazer um teste: só como sopa se for de legumes. Se eles vierem com a história que é de nabos, de cenoura, de feijão, respondo: Ah, não – só queria se fosse de legumes. A ver o que eles dizem...

O meu aniversário...

...foi muito bom. Melhor ainda do que o que eu tinha projectado. Mérito total à organização, pois se eu tive a ideia-base do projecto, este não teria sido possível sem as três senhoras da organização, sem o financiador do jantar de Domingo e sem o departamento das carnes e afins, entre outros.

Como referiu o meu irmão, este fim-de-semana foi um dia apenas, um dia que começou sexta ao final da tarde e terminou Domingo à noite "non-stop" - e foi cansativo, mas perfeito...

Muito obrigado a todos os que tornaram tudo isto possível - a churrascada, os desportos, o concerto (o concerto foi excelente, ou é impressão minha???), tudo!!!

E no final das contas, três sensações indescritíveis:

-> Confirmar que todos gostaram muito, acho que o posso dizer sem reservas pelo feed-back que tenho obtido dos intervenientes;
-> Descobrir que juntar o melhor de três mundos de amigos (que no fundo é um só, o meu) é possível e funciona melhor do que poderia imaginar;
-> Saber que apesar de ter conseguido juntar 40 grandes amigos, houve pelo menos outros tantos que ficaram de fora, por uma ou outra razão. Já para não falar dos primos... Em matéria de amizades, sou um felizardo!

(Tinha previsto acabar com as festas de aniversário aos 30 anos, mas logo me sugeriram que para o ano temos que armar um valente...trinta e um!!! Lá vai ter que ser...)

A primeira celebração

Como só se faz 30 uma vez, comecei já ontem a celebrar. Sim, 3 dias antes - quem diz que não posso???

Depois das limpezas eu, a Aline e o Paulo fomos jantar em mais uma noitada do 12º habitação 2, já que agora só volto a estar com eles no dia 6. Porque a ocasião o justificava, o local escolhido foi este (claro...) e constatei que estava enganado quando disse isto (adoro o poder das hiperligações!!!). É que, em 8 pimentos Padrón que me puseram no prato, 3 estavam mortíferos de tão picantes... Afinal não é um mito!

De seguida, insistindo no tema do restaurante, fomos ao...Chocolate, bar de Leça, onde fui presenteado com...
...sim, profiteroles deliciosos regados com mojitos!!! Espectacular...

Muito obrigado!
(A começar assim, o super-fim-de-semana promete!!!)

How I Met Your Mother

O mérito neste caso tem que ir para o Pastilhas, que insistiu tantas, mas tantas vezes para que eu acompanhasse a série que acabou por me levar a espreitar. Não me arrependi – de facto, How I met your mother (em português Foi assim que aconteceu) não é apenas mais uma daquelas comédias repletas de lugares-comuns e clichés básicos. E confesso que era essa a ideia com que tinha ficado quando a apanhava por acaso ao fazer zapping pela Fox Life.
Foi assim que aconteceu tem um enredo original, divertido e que só faz sentido quando acompanhada desde o início. É realmente engraçada e cativante, girando em torno de cinco personagens centrais que aos poucos se vão tornando no “nosso” grupo de amigos. Ted, Robin, Barney, Marshall e Lily dão dinâmica a uma série que pode não ser a mais cativante ao primeiro ou segundo episódio, mas que se torna numa obrigatoriedade semanal rapidamente. E foi, a par de L Word, grande companhia naquele mês de perna ao alto!

A quarta série terminou recentemente e a quinta vem a caminho...

Um rasgo de génio

Formação em Penedono? Sim, claro... onde fica? Ah, pra trás do sol posto. Tudo bem, até acho piada. Olha, tem um castelo e tudo! Amanhã tenho que ir lá explorar! Dia seguinte, hora do almoço, vamos lá ver o tal castelo... ena, que bela vista! E se eu subisse aqui esta pedra grande? Dava para ver melhor... ainda não estou lá muito bem do pé... mas já que aqui estou, tenho que subir! Ora vamos lá... RAAAAASG!Lindo serviço! Eu e as minhas ideias... A formação à tarde foi sempre com as perninhas fechadas, pois claro...