PUR...quê???

Ainda com o caso Ensitel na cabeça, ontem decidi verificar o que se passava com a minha Internet móvel.

Em Outubro reparei que andava a pagar muito por um serviço fraco, pelo que decidi tratar de mudar de tarifário. Mudei para um que, sendo um pouco mais barato se apresentava muito melhor - com tráfego ILIMITADO e garantia de velocidade MÁXIMA durante todo o mês.

Um espectáculo. No entanto, já escaldado com situações antigas, pedi-lhes encarecidamente que me enviassem um mail a dizer, letra por letra, qual o meu novo tarifário e a data da alteração. Só para salvaguardar... entretanto aproveitei também para, obviamente, ler todos os pormenores do tarifário e ligar aos senhores para confirmar que aquilo era mesmo o que parecia!

Passou o primeiro mês (Outubro) e foi uma alegria. Em Novembro, mais ou menos a partir do dia 20, a Internet começou a ficar muito lenta, voltando ao normal no dia 1 de Dezembro. Estranhei... mas deixei passar.

Agora aconteceu o mesmo. Decidi ligar:

"- Olhe, a minha Internet móvel, que tem tráfego ilimitado e velocidade máxima, passa a velocidade super-lenta nos últimos dias do mês.
- Ah, sim, trata-se da nossa PUR (Política de Utilização Responsável). A partir de X gigas de downloads passa a ter uma velocidade mínima.
- Olhe, mas eu não pedi nada disto e em Outubro, quando mudei para este tarifário, não havia nada disto...
- Sim, sim, isto foi implementado em Novembro...
- Ah..."

Curioso, fui espreitar o site, que tem uma pequenina adenda às regras que existiam no tarifário:
E é isto. Infelizmente, é o que temos.

Ensileaks

Uma salva de palmas para as redes sociais e o efeito "bola de neve"!!!

O motivo? É este.

Os resultados? Vários, a começar por isto:Desculpem, mas tenho mesmo que o dizer: GRANDE ABRE-OLHOS!!!

Receita para a passagem de ano... e não só!

A Aline descobriu, lá do outro lado do Atlântico, uma forma de evitar a embriaguez e a ressaca que se segue, naturalmente, a uma noitada de copos. Segundo a revista "VEJA":

"Alternar copos de água com os de cerveja ameniza, a desidratação. Embora a cerveja seja composta de 95% de água, ela contém álcool em quantidade suficiente para desidratar o organismo. Isso acontece porque o etanol presente nas bebidas alcoólicas inibe a produção do hormônio antidiurético e provoca a vontade constante de urinar. O corpo perde líquido, e a concentração de toxinas no sangue aumenta rapidamente, pois o álcool demora para ser metabolizado e eliminado. O resultado são os sintomas típicos da embriaguez. 'A água pura, que aumenta o nível de diluição do álcool, ameniza esses sintomas, limpa o organismo e alivia a dor de cabeça e a sequidão da boca, características da ressaca', diz Odete Sanches, nutricionista do Hospital Albert Einstein. 'E é natural, também, que ao beber água a pessoa consuma menos cerveja'."

Ou seja, o ideal será, numa noite de copos, beber um copo de água de meia em meia hora para manter estáveis os níveis de água no corpo e os órgãos em funcionamento normal.

Quem se vai lembrar disto na altura certa? Provavelmente ninguém. Mas não deixa de ser um truque bem interessante...

Feliz Natal a todos!!!

video

E já a seguir...

... a prenda de Natal de Corda aos Sapatos. Estão preparados? Eu não.

O meu Natal

Teria eu uns 8, 9 anos, e já andava desde o Verão a dizer aos meus pais que para o Natal queria aquela pista de carros telecomandados. Um azul, outro vermelho, para jogar contra o meu irmão e ganhar sempre. A avaliar pelo anúncio na TV, a velocidade era vertiginosa, os carros eram lindos e as possibilidades de diversão pareciam inesgotáveis...

Era, no entanto, pouco provável receber a prenda desejada, apesar da insistência: Os meus pais sempre fizeram questão de nos dar no Natal prendas que fossem, acima de tudo, úteis e (no caso de brinquedos) que parecessem de longa duração - os meus pais nunca se fiaram muito nos anúncios da TV.

Por isso a surpresa foi enorme quando, dessa vez, recebi mesmo a pista de carros. Igualzinha à da TV. Linda e fantástica! Lembro-me de estar realmente feliz nesse dia.

Durou dia e meio, o raio da pista. A partir de certa altura os carros deixaram de andar, um problema electrónico qualquer. Não, não estraguei nada, que quem me conhece da altura sabe que nunca fui de destruir coisas. Era mesmo defeito de fabrico... de tal maneira que a caixa depressa voou de volta da minha mão para a da minha mãe, para "repararem o erro ou mandarem outra nova". Nunca mais.

Não sei se ninguém se lembrou de ir buscar a nova, se a minha mãe percebeu que era mau negócio e pediu devolução do dinheiro, não faço ideia. Sei que nessa altura eu próprio percebi que tinha levado os meus pais a gastar dinheiro num brinquedo parvo que, afinal, funcionava mal e que, convenhamos, quando avariou (um dia depois, relembro) já tinha perdido a piada há muito...

A moral da história? As prendas que recebemos em crianças, o Natal mais ou menos consumista com que crescemos, também ajudam a moldar a nossa personalidade e a forma como cada um vive o Natal para si e para os outros. Eu aprendi, com episódios como este, a valorizar as prendas que me dão pelo tempo em que as pessoas estiveram a pensar em mim e no que eu gostaria de receber.

Sim, para mim este é um bom conceito do Natal - O tempo que gastamos a pensar em que é que podemos contribuir para tornar um bocadinho mais felizes aqueles de quem gostamos...

Frases que marcam um fim-de-semana

- Trabalhar aqui é... não ter consciência. É não se saber o que se anda a fazer!

- A beira da estrada não é o mesmo que a estrada da beira... e o olho do cujo não é o mesmo que a Feira de Borba!

- Isto é um abre-olhos!!!

- Gosto de ver esta sala cheia...

- 'cá boua' [Dá cá a bola]

- Ao Benfica saiu como adversário uma música dos Delfins - "Se Tu Te Gard..."

- Man, andam a pendurar uma cena vermelha com um chavalo nas janelas...

A não perder!!!

Espectáculo de Natal desenvolvido pelo Centro de Estudos de Barroso - Teatro e Tradições de Montalegre, com encenação de Mariana Pedreira e participação dos actores amadores da instituição (que é como quem diz, a malta toda da terra). Conto ver-vos por lá...Podem ler a notícia na página da CM de Montalegre aqui.

O salvador (sim, este é com letra pequena) do Natal

Não são muitas as prendas a oferecer, mas eu sou um tipo problemático a comprar presentes para as pessoas. Não pode ser uma coisa qualquer, não pode ser cara, tem que ser útil e, acima de tudo, tenho que conseguir "ligar" a pessoa à prenda. Quando isto não acontece, nada feito. Voltas e voltas num shopping cheio como um ovo, sem paciência para a confusão, à procura de inspiração.

Meia hora depois, já com alguns quilómetros nas pernas e ZERO compras efectuadas, dou por mim a pensar que isto me acontece todos os anos. E como é que eu resolvo isto todos os anos?

O meu irmão. Claro. O meu irmão é a melhor pessoa do Mundo para dar prendas. Tudo serve para ele, tudo encaixa nele. Bonés russos da neve, sacos de boxe, skates, roupa de todo o tipo, tacos de basebol, realejos, ferrinhos, cubos mágicos, coisas dos chineses, dos índios, dos ciganos, dos paquistaneses. Gosta de tudo, ou pelo menos faz-nos acreditar nisso porque dá uso a TUDO o que já lhe ofereceram até hoje! E há ainda a vantagem de o preço da prenda dele servir de base aos preços das restantes, o que torna a procura mais precisa.

E foi isto. Comprei a prenda para o meu irmão em 2 minutos, motivei-me, e em uma hora despachei tudo. Obrigado mais uma vez, pá! Voltaste a desbloquear o meu Natal!!!

O rap do violador

O Tchechas descobriu isto no Youtube, chamou-me a atenção e não posso deixar passar a oportunidade para imortalizar aqui no blog... a situação foi a seguinte:



... o que deu origem... a isto:



Não está fantástico???

Coupling

Coupling é uma "British sitcom" do melhor que há. A receita é simples e não é nova: Três homens, três mulheres, assuntos dominantes as relações, o amor e, principalmente, o sexo.

A grande vantagem da série é ter, realmente, muita piada pela forma original e inventiva como são explorados os aspectos banais, do dia-a-dia de uma relação de namorados, amantes ou amigos. É, em muitos aspectos, um "How I Met Your Mother" inglês, e é (muito, mesmo muito) provável que os inventores da popular série americana tenham vindo buscar algumas boas ideias e a excelente dinâmica de Coupling, que durou de 2000 a 2004 e deixou saudades.

Deixo-vos um pequeno exemplo de um assunto debatido num dos episódios, com uma teoria que não é minha mas... podia muito bem ter sido!

- Porque é que os homens nunca se enroscam?

“Cabelo na cara. Alguém a respirar-te para cima. Contacto de suor. Ficas com menos de um palmo da largura total da cama.

E elas? Parece que têm membros extra, para te embrulharem neles. É um facto: Assim que desligas a luz, as mulheres desatam a desdobrar membros extra. E assim que te mexes, mesmo só um bocadinho, acordam-te e perguntam-te o que há de errado.

O que há de errado?? O que há de errado é que estou encurralado debaixo de um polvo, cabeludo e curioso, com uma irritante tendência para se enroscar!!!”

Cluedo

Estou hospedado num Solar antigo, enorme, fantástico, em Torre de Moncorvo.

Seria tudo perfeito se não estivesse com a permanente sensação de que a qualquer momento posso ser morto na Cozinha pelo Coronel Monteiro com a Chave Inglesa ou no Estúdio pelo Prof. Brandão com o Candelabro.

Inverno 2010/2011 - O primeiro round

Não conseguir ir para Montalegre na Sexta.

Conseguir chegar a Montalegre no Sábado.

Conseguir ir a Cervos duas vezes durante o fim-de-semana.

Conseguir vir embora de Montalegre no Domingo.

Resultado Final: Varandas 3 - Neve 1.



[Mas sei que só ganhei uma batalha... a guerra ainda mal começou!]

Música portuguesa. Da boa.

Não, não vou entrar naquele discurso do "devíamos olhar mais para a música portuguesa, muito melhor do que alguma estrangeira, etc, etc". Já sabemos que há música muito boa em Portugal, mas também se faz muita porcaria...

E sinceramente, isso de em Portugal não se ouvir música portuguesa já me começa a parecer uma lenda. O que é óptimo, claro. Permite-nos conhecer obras como estas duas, de autores que merecem ser seguidos de perto, pois asseguram um bom futuro ao que por cá se faz. Vale a pena "perder" cinco minutos...





[Sugestões do meu irmão e do Ricardo, respectivamente. Esta última é uma versão de um original dos Trovante, mas é lindíssima na mesma!]